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segunda-feira, 4 de maio de 2009

INÍCIO E FIM DO RAMAL MOSSORÓ/SOUSA

O COMÉCIO E O FIM DO RAMAL MOSSORÓ /SOUSA

Entre os percussores e idealizadores da Estrada de Ferro Mossoró – Sousa destaca-se o nome de Jonh Ulricc Graff, suíço de nascimento. Ele chegou em Mossoró no ano de 1866 em companhia de Henrique Burly, Rodolfo Guysne e em Mossoró fundaram a casa J.U. GRAFF & CIA., que importava tecidos e exportava diversas mercadorias como algodão, ceras e peles de animais.

Ulrich Graff tinha sido convidado, ao chegar da Suíça, a instalar-se em Macaíba, mas atendendo convite do vigário Antonio Joaquim Rodrigues preferiu estabelecer-se em Mossoró e região.

Um de seus sonhos era o da construção de uma estrada de ferro que possibilitasse o transporte de mercadorias através do sistema ferroviário. Após batalha neste sentido, Graff tornou-se concessionário da estrada de ferro em direção ao rio São Francisco, através da concessão da Lei Provincial nº 748, de 26 de agosto de 1875, sancionada pelo 35º Presidente da Província do Rio Grande do Norte, Dr. José Bernardo Galvão Alcoforado Júnior (10/05/1875 – 20/06/1876), cujo prospecto inclui uma introdução, condições topográficas da obra e orçamento do custo de todas as obras do porto de Mossoró e Luís Gomes.

Pelo projeto de Graff e demais idealizadores da obra, a estrada de ferro partiria de Mossoró em direção aos limites da província, passando por Apodi e Pau dos Ferros (NÃO É DE AGAORA QUE APODI PERDE INVESTIMENTO). Previa-se a construção de uma linha provisória a ser iniciada dentro de três anos e concluída em oito. A estrada definitiva viria cinco anos depois da provisória e concedia-se à empresa construtora um privilégio de 90 anos, pois o objetivo de Graff era formentar a vinda de imigrantes para Mossoró a partir da implementação da economia da estrada de ferro

Porém, a sorte mostrou-se adversa a Graff. Impossibilitado de levantar recursos financeiros para a edificação da obra, ele viu sua luta se desvanecer ao mesmo tempo em que uma série de prejuízos comerciais se abatia sobre si. O Decreto nº 8.598, de 17 de julho de 1882, sancionado pelo 42º presidente da Província, Francisco de Gouveia Cunha Barreto (13/4/1882 – 21/7/1883), que declarava a caducidade da obra, contribuindo para Graff se dirigisse até o Amazonas para tentar novamente a vida, onde veio a morrer. Não chegou a ver completo seu sonho de dotar Mossoró de uma linha ferroviário. Porém seu sonho, mesmo depois de morto foi realizado, cujo sonho, talvez tenha virado pesadelo com a extinção de sua estrada de ferro.

Outros substitutos apareceram falando. Altas vozes ressoaram na República, na Câmara dos Deputados e no Senado, indicado a necessidade imediata de uma ferrovia que ligasse o litoral potiguar às margens do rio São Francisco, estrada de incalculável valor econômico e estratégico.

Em 25 de agosto de 1910, o então governador Alberto maranhão fizera concessão da linha férrea do Porto Franco até a comunidade de Alexandria, a firma Albuquerque & Cia. Posteriormente o Governador do Estado renunciou a todos os direitos da concessão para facilitar os auxiliares federais.

Os 241 quilômetros constituíam vitória contra todos os elementos negativos e as dificuldades imprevistas que retardaram anos e anos a iniciativa indeclinável. Durantes anos e anos o Juiz de Direito de Mossoró, Dr. Felipe Néri de Brito Guerra (26/05/1867 – 04/05/1951) e o farmacêutico Jerônimo Rosado (08/12/1861 25/11/1930), estudaram e escreveram defendendo a idéia que os apaixona, com uma obstinação, uma tenacidade, uma alegria que todos contagiaram. Não possuíam interesse que não fosse a razão coletiva. Desajudados e sozinhos encarnavam a idéia de Urich Graff.

Em 1958 a Estrada Mossoró/Sousa foi comprada pelo governo federal, integrando-se portanto, a Rede Ferroviária do Nordeste, subsidiada a R.F.F.S.A

ESTAÇÕES

PORTO FRANCO

PORTO FRANCO FOI SÍMBOLO DE UM PERÍODO DE MUITO PROGRESSO

Passageiros e cargas de Mossoró passaram obrigatoriamente pelo velho porto de Grossos

Quem por acaso chegar à salina Piabinha, a dois quilômetros do perímetro urbano de Grossos, não imagina que ali foi o ponto central de embarque e desembarque de passageiros e mercadorias procedentes de Mossoró com destino a várias parte do Brasil

Extensão do povoado de Carro Quebrado, quando, por volta de 1750, desembarcou o capitão José Alves de Oliveira, cunhado do sargento-mor ANTONIO DE SOUZA MACHADO, considerado o primeiro habitante de Grossos e fundador da cidade de Mossoró – Porto Franco foi um dos capítulos principais da origem de Mossoró

Porto Franco, situado na então vila de Grossos, pertencente ao município de Areia Branca. Sua construção teve início em 1912 e inaugurado em 19 de março de 1915 com a saída da locomotiva “Alberto Maranhão” que seguiu destino a estação ferroviária de Mossoró, atual Estação das Artes Elizeu ventania, recebida com aplausos. O Dr.. João Tome de Sabóia, mais tarde presidente do Estado do Ceará, Coronel Vicente Sabóia de Albuquerque (01/05/1947), sócio da firma concessionária da ferrovia, Farmacêutico Jerônimo Rosado, Camilo Figueiredo, Rodolfo Fernandes, Coronel Bento Fernandes, Vicente Carlos Sabóia Filho, engenheiros construtores, viajavam na plataforma do carro chefe que ostentava o pavilhão nacional empunhado pelo mais velho habitante de Mossoró, Quintiniano Fraga. Ao chegar à estação improvisada, falou o Coronel Bento Fernandes Pimenta, em discurso original e histórico, quando pedia a trem que sempre viesse devagar para não trazer a morte às pessoas que se apinhavam ao longo da estação, A linha férrea de Porto Franco a Mossoró funcionou até 1955, quando foi desativada, Em 1971 eu morava as margens da BR 304, saída para Fortaleza, mais precisamente próximo ao Posto Maranata, e naquela época a estrada já não mais funcionava

O que motivou a desativação do ramal foi exatamente as construções de rodovias estaduais e federais, porém, não esquecendo, que esse ramal no período mais de 40 anos de existência (1915 – 1955) foi de suma importância para o crescimento da cidade de Mossoró. Era o principal escoadouro de produtos de toda a região Oeste Potiguar, bem como na principal via de acesso ao porto.

A ferrovia ligava a Vila de Grossos a Mossoró. Mas tinha prosseguimento final na cidade de Souza, cuja estação paraibana foi inaugurada em 29 de dezembro de 1951, com 342 quilômetros, passando pelas comunidades de Mossoró, São Sebastião, atual Governador Dix-sept Rosado, Caraúbas, Olho d’Água do Borges, Patu, Almino Afonso, Lucrecia, Mineiro, atual Frutuoso Gomes, Demétrio Lemos, atual Antonio Martins, Alexandria, Santa Cruz-PB e Sousa-PB e fazia bifurcação a rede Viação Cearense, ou seja, encontrando-se com a linha Recife-Fortaleza.Dentre os produtos que seguiam de Mossoró para vários Estados brasileiros, destacam-se o óleo de oiticica, algodão, sal, Cera de Carnaúba, animais que seguiam para Santos-SP e lá para país da Europa, como também o Gesso que era embarcado para Pernambuco.

Da estrutura imponente de Porto Franco nos tempos em que o transporte fluvial era imprescindível à economia de Mossoró e região, n~~ao existe mais nada, somente a lembrança dos mais velhos. A força do tempo e a ação implacável da maresia conspiraram contra o velho porto.

Do velho trapiche, últimas marcas da extinta estrutura de Porto Franco, restam apenas alguns destroços. “As ostras comeram o trapiche que ruiu e hoje no lugar está instalada a Salina Piabinha”. Onde funcionava o Cais de Porto Franco, hoje funciona a casa de bombas da Salina Piabinha, por onde passa toda a água para os baldes de evaporação.

Quando criança lembra-me de muitas embarcações tragadas no rio Mossoró, depois da barragem de Passagem de Pedras. Eu e meu tio Vicente começávamos a pescar camarão logo após a comunidade de Passagem de Pedras e íamos até próximo a Grossos, daí lembro, apesar de quatro décadas, ainda recordo de muitas coisas daquele porto. Da estrada de ferro, conhecia igual as palmas de minhas mães, tendo em vista que minha vó morava nas primeiras casas próximo a ponte de ferro e meu tio morava as margens da Br 304, saída para Fortaleza, na época, mato, cajueiral e pinheiro, daí, muitas vezes seguia pelos trios até muito longe, com destino ao posto, e quando queria vir a residência de minha saudosa Vovó, não sabia ir pela BR , daí, bastava seguir pelos trios do ramal Porto Franco a Mossoró, que não tinha erro.

Por esses e outros motivos me acho no direito de dissecar um pouco da história da estrada de Ferro de Porto Franco a Sousa. A conheci de ponta a ponta, digo melhor, de Mossoró a Santa Cruz na Paraíba. Certa vez segui pelos trios de Alexandria, passando pela comunidade de Maniçoba até a cidade de Santa Cruz-PB.

Meu próximo passa, se ainda existir espaço, com certeza não, de seguir a trilha do ramal de Mossoró a Porto Franco, com certeza, ainda existem muitos pontilhões, bueiros e aterro.

MOSSORÓ

Em 19 de março de 1915, numa sexta-feira, era inaugurado oficialmente o primeiro trecho da estrada de ferro de Mossoró, entre Porto Franco e esta cidade., havia iniciado no dia 31 de agosto de 1912 pela Companhia Estrada de Ferro de Mossoró S.A., através da firma Sabóia de Albuquerque em Companhia Era um sonho antigo que se realizava, por isso, quando a locomotiva “Alberto Maranhão” chegou à estação, foi recebida com aplauso. Na plataforma do carro-chefe da composição, viajavam: João Tomé de Sabóia, Cel. Vicente Sabóia de Albuquerque, farmacêutico Jerônimo Rosado, Camilo Filgueira, Rodolfo Fernandes, Cel. Bento Praxedes, Vicente Carlos de Sabóia Filho, além do mais velho habitante da cidade, o Sr. Quintiniano Fraga, que ostentava o pavilhão nacional. Aquele 19 de março foi realmente uma data muito importante para Mossoró.

Quando Jonh Urich Graf lançou o projeto da estrada de ferro, entendia que o progresso de Mossoró dependia da velocidade com que conseguisse importar e exportar os seus produtos. As tropas de burros, que até então transportavam as mercadorias, já não eram suficientes para atender a um mercado crescente como o de Mossoró. Fazia-se mister a construção de uma ferrovia, que entre outros benefícios, baratearia os fretes e diminuiria o tempo de transporte.

Mas o tempo que se levou para concluir a estrada de ferro de Mossoró foi muito longo e quando finalmente ficou pronta, os objetivos dos primeiros tempos já não poderiam mais ser alcançados. O caminhão já havia invadido as estradas, e com ele o trem não podia competir, nem em velocidade nem em tempo.

Apesar de tudo, a ferrovia foi de muita utilidade para Mossoró, sendo, por longo tempo, o meio de transporte mais utilizado pela população, tanto para carga como para passageiros.

Hoje, depois de 94 anos, ninguém fala mais daquele 19 de março de 1915, que tanto orgulho deu ao povo de Mossoró. A estrada de ferro que fora inaugurada naquela data, já não existe mais. A estação de embarque transformou-se em Estação das Artes; seus trilhos foram arrancados em grandes trechos, suas oficinas estão em ruínas e das locomotivas, que antes cortavam a cidade, não se tem mais notícias. A velha “Maria Fumaça” desapareceu para sempre nas nuvens do esquecimento. Apenas alguns quadros, pendurados nas paredes do museu, lembram da data que pela primeira vez o progresso chegava a Mossoró.

SITIO CAMURUPIM, MOSSORÓ – 01/11/1926

QUILOMETRO 61, NA ÉPOCA, MUNICIPIO DE MOSSORÓ, HOJE, GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO – 01/11/1923

POVOADO DE SÃO SEBASTIÃO, MUNICÍPIO DE MOSSORÓ, ATUAL CIDADE DE GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO – 01/11/1926. Atualmente funciona o Palácio Dix-sept Rosado, sede da Prefeitura Municipal de Governador Dix-sept Rosado

CARAÚBAS – 30/09/1936

A ESTAÇÃO: A estação de Caraúbas estava em ruínas, até ser recentemente reformada (2007) pela Prefeitura local e transformada em Casa de Cultura Popular "Manoel do Violão".

JORDÃO – 30/09/1936

PATU – 30/09/1936

ALMINO AFONSO – 30/09/1937

LUCRÉCIA - 31/12/1948

Mineiro, ATUAL FRUTUOSO GOMES – 31/12/1941

DEMÉTRIO LEMOS, ATUAL ANTÔNIO MARTINS - 29/10/1948

ALEXANDRIA – 29/10/1948

A estação de Alexandria inaugurada em 29 de outubro de 1948, que teve como primeiro o senhor Inácio Loyola, que assumiu na data da inauguração e foi substituído pelo senhor João Alves sobrinho. DE Alexandria, a linha férrea segue rumo à Sousa, no vizinho Estado da Paraíba, passando pela comunidade de Santa Cruz. Atualmente a estação está totalmente restaurada e bem conservada. E sem trilhos, retirados em 2002

Ao ser inaugurado era integrantes da estação ferroviária de Mossoró, mais tarde, mais precisamente em 1951, ao atingir a cidade de Sousa, passou a denominar-se estrada de ferro Mossoró/Sousa.

AGENTES EM ALEXANDRIA

1º - Nicácio Loyola Melo

2º - José Alves Sobrinho

3º - Augusto Segundo Fernandes

Natural de Campo Grande – RN, nascido a 28 de março de 1911, filho de João Augusto Fernandes e de Heduvirges Gurgel do Amaral. Casou-se em 18 de janeiro de 1940. com RAIMUNDA FERNANDES BENEVIDES, nascida no sítio Igaparé, município de Caraúbas-RN, a 26 de dezembro de 1926,com os seguintes filhos: Maria José Fernandes Gurgel de Souza, nascida a 29 de outubro de 1944; José Maria Gurgel, nascido a 12 de janeiro de 1946, João Augusto Fernandes Neto, nascido a 8 de março de 1947; Abgail Fernandes Gurgel, nascida a 21 de dezembro de 1948; Augusto Fernandes Gurgel, nascido a 3 de abril de 1952; e Carlos Fernandes Gurgel, conhecido popularmente por “CARLINHOS DO BANCO DO BRASIL.

Augusto Fernandes Faleceu em Alexandria no dia 21 de março de 1974

4º - Juarez Fernandes Pedrosa

5º - José Basílio Alves

6º - Gesualdo Gurgel de Almeida

7º - FRANCISCO ISMAEL DOS SANTOS

SÍTIO MANIÇOBA,ALEXANDRIA – 29/12/1951

ENTÃO POVOADO E ATUAL CIDADE DE SANTA CRUZ-PB – NA ÉPOCA, ENCRAVADO NO MUNICÍPIO DE SOUSA

29/12/1951

SOUSA-PB

29/12/1951

Inaugurado no dia 29 de dezembro de 1951. Veja o teor de um telegrama datado de 1951, publicado no Diário Oficial de 27 de dezembro de 1951, endereçado ao Exmº Presidente da Republica, Getúlio Dornelles Vargas (31/01/1951 a 24/08/1954), com o seguinte despacho telegráfico:

In Diário Oficial, de 27/12/1951:

De Mossoró – Rio Grande do Norte – Cumpro grato dever de comunicar a Vossa excelência a conclusão dos trabalhos de ligação Mossoró – Sousa, iniciados em 1919. Em nome dos ferroviários convido Vossa excelência para honrar com sua presença a solenidade de inauguração que se realizará a 29 de dezembro corrente. Respeitosas saudações.

Ass. : Agenor Susini Ribeiro – Administrador da estrada de Ferro Mossoró - Sousa

O FIM

Por determinação do Governo Federal, no dia 01 de outubro de 1991 todas as estações do ramal Mossoró/Sousa, que tanto beneficiou a classe menos favorecida fecharam suas portas

A desativação do ramal Mossoró-Sousa ocorreu em 1995e ninguém fez nada em prol da estrada de ferro, pelo contrário, nossos políticos venderam por preço de banana. No dia 19 de abril de 2001, uma quinta-feira, o ramal foi vendido por R$ 2,7 milhões. Foram 372 quilômetros de trilhos, dormentes, acessórios de via permanentes, lastros, obras de artes, bueiros, pontes, pontilhões e outros equipamentos. Nos 13 lotes foram excluídos os terrenos das antigas estações de passageiros.

O Leilão durou poucos minutos. Os arrematadores conseguiram compram o ramal quase nos lanços iniciais. Alguns poucos trechos foram disputados pelos empresários que vieram de diversos Estados. O lote mais caro foi quem abriu o leilão. Deveria ser o último, mas pela importância teve prioridade, Foi o que fica entre os municípios de Governador Dix-sept Rosado e Mossoró, Com 39.626 quilômetros de leito de férrea, com 13 metros de largura, iniciando no último aparelho de mudança de via da estação de Gov. Dix-sept Rosado até o terreno das antigas oficinas de Mossoró.

Ficaram excluídos os terrenos do pátio da estação de Governador Dix-sept Rosado, das oficinas de Mossoró e o terreno entre o terminal de Mossoró onde hoje funciona a Estação das Artes Elizeu Ventania

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